Crescimento populacional de Oeiras é de apenas 56 habitantes de 2019 para 2020


O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou, nesta quinta-feira (27), a estimativa populacional de estados e municípios para 2020. Com base nos números, o Brasil chegou a 211,8 milhões de habitantes, sendo 3.281.480 residentes no Piauí. Em 43 municípios do estado, houve redução da população.
Em relação a 2019, o Piauí teve crescimento populacional de 8.253 habitantes na estimativa do IBGE. É o 19º estado em população e o penúltimo do Nordeste - supera apenas Sergipe, que tem 2.318.822.

Teresina é a 17ª capital mais populosa do país, com 868.075 habitantes. São 3.230 a mais em relação ao número estimado pelo IBGE em 2019. MURAL DA VILA

A cidade de Oeiras teve um crescimento populacional pequeno. Em 2019, a cidade possuía 37.029 habitantes. Já em 2020 a cidade tem 37.085, uma diferença de 56 habitantes.

Os 16 municípios mais populosos do Piauí são: Teresina, Parnaíba, Picos, Piripiri, Floriano, Barras, Campo Maior, União, Altos, Esperantina, José de Freitas, Pedro II, Oeiras, São Raimundo Nonato, Miguel Alves, Luís Correia. Cada um deles tem uma população de, pelo menos, 30 mil pessoas. Juntos, eles somam 1.657.247 habitantes, sendo que a população total estimada para o estado em 2020 é de 3.281.480 pessoas.



O município de Miguel Leão, no Piauí, é o de menor população do Nordeste e o 11º do Brasil. São 1.242 habitantes, quatro a menos que o estimado no ano passado.

As estimativas divulgadas pelo IBGE servem como base para o Tribunal de Contas da União (TCU) calcular o Fundo de Participação dos Estados e Municípios, além de serem parâmetro para indicadores sociais, econômicos e demográficos.

Com base nos dados do IBGE, Miguel Leão e outros 42 municípios tiveram redução na população e outros dois não sofreram alterações. Os demais tiveram aumento populacional

As populações dos municípios foram estimadas por procedimento matemático e são o resultado da distribuição das populações dos estados, projetadas por métodos demográficos, entre seus diversos munícipios. O método baseia-se na projeção da população estadual e na tendência de crescimento dos municípios, delineada pelas populações municipais captadas nos dois últimos Censos Demográficos (2000 e 2010) e ajustadas. As estimativas municipais também incorporam alterações de limites territoriais municipais ocorridas após 2010.

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