Psicanalista mostra como identificar pessoas com tendência suicida e como ajudar nessa situação


Algumas pessoas  chegam a afirmar que estamos vivendo uma epidemia com relação à prática do suicídio.
 
Sabemos que existem muitas perguntas ainda sem resposta convincente para o assunto em questão; também sabemos que não existe um grupo específico susceptível ou grupo de risco – temos visto acontecer em quase todos os segmentos da nossa sociedade: ricos, pobres, feios, bonitos, ateus, religiosos, agitados, tranquilos, analfabetos, doutores, introspectivos, sociáveis... Só olhando uma pessoa você não identifica se ela é suicida ou não; mas alguns podem dar sinais importantes, como:
 
1. Tristeza excessiva e falta de vontade para estar com outras pessoas;
2. Alteração repentina do comportamento com uso de roupa muito diferente do habitual, por exemplo;
3. Tratar de vários assuntos pendentes ou fazer um testamento;
4. Demonstrar calma ou despreocupação depois de um período de grande tristeza ou depressão;
5. Fazer ameaças de suicídio frequentes;
Não significa que um desses sinais prove que a pessoa é pré-disposta ao suicídio, a soma de alguns desses sim, pode denunciar esta pré-disposição.
 
Como agir? Não existe receita pronta, mas sugiro algumas atitudes que podem ajudar prevenir:
 
1. Procure ser o melhor amigo (a) que você puder
2. Não trate a pessoa como coitada
3. Não subestime o sofrimento dela
4. Não superestime o sofrimento dela
5. Evite sufocar, mas procure ser presente
6. Evite críticas que desvalorizem a pessoa
7. Use palavras motivadoras, evitando clichês
8. Seja o melhor ouvinte que puder
9. Como um bom amigo (a), ajude-o (a) a procurar ajuda profissional (Psicólogos, Psicanalistas, Psiquiatras...
10. Busque a direção de Deus, fazendo parceria com a pessoa nesta busca.
11. Ame incondicionalmente, se esforçando para que a pessoa se sinta amada
12. Torne-se confiável à pessoa – assim ela pode se abrir com você
13. Evite a frase “diga não ao suicídio” e use a frase: DIGO NÃO AO SUICÍDIO.

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